'Do alto de uma janela
Entre o luar e a noite quente
Canta um amor de estudante
Coimbra, cidade amante
Traz um segredo no peito
Bate forte a pulsação
Veste a sua capa negra
Compondo uma canção
Refrão:
E num gesto, num trinar
Ao som de cada balada
É Coimbra a respirar
Canção de amor
Nunca cantada!
A Tuna embala o desejo
No silêncio a história encerra
Na inocência de um beijo
Ferve a alma desta terra
E chegada a hora derradeira
Um adeus, a despedida
P’la frente uma vida inteira
E uma paixão não esquecida.'
domingo, 22 de fevereiro de 2009
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